São os promenores, pequenos desenhos de ti, que deixas por aí, almas de alguém que não quer ninguém. almas de mim, que só te quero a ti. Num café á beira mar, finjo não te amar, mas os promenores continuam a me chamar, chamam de ti, gritando assim, que o teu mundo precisa de mim. Exagero no sujeito, talvez no verbo, mas sinto que o conceito não podia estar mais certo. Os mais simples gestos teus, são os mais importantes promenores meus, aqueles que outros deitaram a perder é o que mais procuro entender, pois adoro os teus promenores, que me deixam assim, pensando em ti...
NS